terça-feira, 31 de janeiro de 2017

CONTOS NADA EM COMUM - SINOPSE E UM DOS CONTOS

SINOPSE E AMOSTRA DE UM DOS CONTOS DO LIVRO "CONTOS NADA EM COMUM"

Sinopse

Contos com personagens diversificados, por exemplo, exótico, psicopata, revolucionário, mago, entre outros. Fortes contrastes entre as histórias, porém nenhuma que não chame a atenção do leitor. Feito para libertar a mente.
A mulher da janela

- Olha ela, olha ela! Dizia uma mulher ao seu marido quando via sua vizinha através de sua janela.
- Deixe ela, deixe ela! Dizia o marido ao ver sua mulher julgando na janela. - Cuidemos de nós e não dela, não vá espiar nossa vizinha pela nossa janela!
- Mas como pode? Isso não pode! Dizia a mulher ao seu marido quando via sua vizinha estendendo um lençol branco no varal que se quer era na casa dela.
- Deixa ela, deixa ela, se o lençol está sujo é um problema exclusivamente dela! Dizia sempre o marido que via sua mulher espiando na janela.
- Mas como pode? - Isso não pode, o lençol sempre está sujo e isto é algo muito sujo que vejo vindo dela! Dizia a mulher ao marido quando espiava a vizinha através da janela.

A tal janela dela sempre estava fechada, porém por ser de vidro tudo do quintal da vizinha a mulher avistava.

- Olha ela, suja é ela, sempre vejo nossa vizinha estendendo o lençol sujo dela!
- Não olhe ela, deixe ela, não julgue o próximo pelo que vê através de nossa janela! Dizia sempre o marido que via sua mulher vendo a vizinha pela janela.
- Julgo ela, suja é ela, sempre com esse lençol encardido que vejo através da nossa linda janela!
- Deixe ela, esqueça ela, se o lençol da vizinha está sujo ou limpo nada temos de ver com a vida dela, por favor minha mulher saia dessa janela!

Mas não adiantava, nada mudava, quanto mais o marido suplicava mais a sua mulher na janela a sua vizinha julgava, espiava e observava. Mas não mudava, nada adiantava, sempre o marido pedia mas sua mulher na janela ficava.
Por fim o marido cansara, não mais aguentava sua mulher que da janela sempre julgava, sorrateiro e silencioso acordara de madrugada e cometeu um ato que enfim tudo mudaria.

- Olha ela, vem ver ela! Dizia a mulher ao marido logo de manhã com um sorriso estampado na face que qualquer um notaria olhando do lado de fora para sua janela.
- Vem ver ela, olha ela! Dizia sorrindo ao marido ao ver que o lençol da vizinha estava tão branco igual rosas brancas das mais bela das primaveras.
- Olha então, veja então! Dizia contente ao marido ao ver que o lençol da vizinha estava mais branco que as nuvens mais brancas que surgem no verão.
- Deixe ela, esqueça ela, o lençol da vizinha sempre foi branco devido a limpeza dela, sempre foi branco igual rosas brancas que surgem na primavera! Foi isso que disse o marido a sua mulher que ficava sorrindo na janela.
- Não proteja ela, pois isto não era, somente hoje o lençol está limpo e tão branco como rosas brancas que surgem na primavera, suja ela era, portanto jamais proteja ela! Disse a mulher enquanto não desgrudava de sua linda janela.
- Deixe ela, pois suja ela jamais era, a verdadeira culpa você via através da nossa janela! Disse o marido a sua mulher que olhava espantada para ele apoiando-se em sua bela janela.
- Como era? - Suja ela não era? Perguntou espantada a mulher ao marido enquanto se apoiava na janela. - Como não era? Por que a culpa seria desta bela janela? Perguntou a mulher indignada ao marido.
- Sim mulher, a culpa verdadeira vinha da nossa “janela”! Levantei-me de madrugada e resolvi limpar os vidros dela, a sujeira que via na verdade não vinha do lençol da vizinha, a sujeira que via na verdade vinha dos vidros da nossa janela de onde você olhava o lençol da vizinha, portanto ao invés de espiar se o lençol da vizinha era sujo ou não, procure limpar sua própria janela, portanto ao invés de julgar se sua vizinha era suja ou não era, preocupe-se em limpar sua linda janela, deixe ela, esqueça ela!

Então a mulher da janela calou-se e saiu da janela, pois de tanto julgar esqueceu de cuidar da própria vida dela.

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INTRODUÇÃO

Paulistano nascido em 22 de fevereiro de 1984 no Hospital São Camilo da Zona Norte, gosto em leituras e escritas desde a infância graças aos Hq's do O Homem-Aranha e também ao incentivo das suas duas irmãs, se vê como escritor desde que começou suas redações no primário, desde então a tem como hobbie e profissão ainda não renumerada, em breve uma editora enxergará o seu valor! Ao seu ver o melhor escritor que existiu foi Fiodór Dostoiévski, também tendo apreço por Edgar Allan Poe, Oscar Wilde, Kalil Gibran e outros espetaculares escritores, amante de livros como 1984, Admirável Mundo Novo, Crime e Castigo, Mulheres, O Retrato de Dorian Gray, O Caso dos Dez Negrinhos, O Profeta e outros mais "atuais" como O Alquimista, escritor ímpar, apesar dos gostos citados e suas influências, não plagia, no mais homenageia! Até então quatro livros feitos em busca de editora, Contos Nada em Comum, PARADOXO, O Mundo Perfeito e Mago Cristão, sinopses destes serão divulgadas em postagens posteriores, atualmente vem se empenhando em escrever mais quatro livros! Curiosidades em saber mais sobre o autor, será deixado contato para perguntas, embora também se possam fazer tais em meio aos comentários do Blog! Assim é terminada a postagem de apresentação, desde já, grato pela atenção, namastê!
São Paulo - SP - Brasil 31/01/2017 00:37 Moisés Lobo

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